FAO

Criado em 1997, esse Festival consolidou o Programa de Música Erudita e Artes do Amazonas, colocando definitivamente o Estado no estreito e selecionado circuito dos espetáculos líricos nacionais e internacionais.

O FAO conquistou o público amazonense e fidelizou plateias, mantendo viva uma arte de quatro séculos, que por sua excepcionalidade forma a cada ano, uma nova geração de artistas, valoriza talentos, especializa técnicos, músicos e maestros, e diversifica uma programação que não se restringe somente aos Teatros, Centros Culturais e de Convivência, mas vai às ruas, aos bairros, às comunidades, às praças da capital e do interior do Estado.

Imagem de Amostra do You Tube

 

O Festival é realizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e do Fundo de Promoção Social, com o apoio da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC). A edição deste ano é a primeira a ser realizada inteiramente com recursos da iniciativa privada, contando com o patrocínio máster do Bradesco Prime e o patrocínio da Companhia de Gás do Amazonas (Cigás) e da Ambev, além de parceria com o Theatro São Pedro, de São Paulo.

XX FESTIVAL AMAZONAS DE ÓPERA

Com 22 apresentações que incluem récitas de óperas, concertos e recitais, além de uma rica programação acadêmica com palestras e workshops, o Festival deste ano ainda conta com uma equipe de produção que envolve quase 800 pessoas, entre instrumentistas, cantores e técnicos, locais e nacionais, trazendo óperas inéditas para o deleite do público amazonense.

A abertura oficial da vigésima edição do FAO aconteceu em 7 de maio, com o Concerto Bradesco I – Concerto Comemorativo dos 20 Anos do FAO, no qual, sob a regência e direção musical de Luiz Fernando Malheiro, diretor artístico do evento, a Amazonas Filarmônica e o Coral do Amazonas, com a participação de Thiago Arancam, tenor brasileiro de carreira internacional, e de Dhijana Nobre, soprano amazonense, apresentaram trechos de óperas já encenadas no festival amazonense, como O Guarani e Tosca, de Carlos Gomes; Sansão e Dalila, de Camille Saint-Saëns; Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni; e Turandot, de Giacomo Puccini.

Um dos pontos altos do FAO foi a montagem da ópera Tannhäuser, de Richard Wagner,  apresentada nos dias 14, 17 e 20 de maio. Outro destaque do evento foi a apresentação do salmo sinfônico O Rei Davi, de Arthur Honegger, no Concerto Bradesco III, nos dias 18 e 21 de maio.

A novidade deste ano veio com a  ópera-fantasia Onde Vivem os Monstros, de Oliver Knussen, espetáculo concebido especialmente para as crianças, com produção do Theatro São Pedro, de São Paulo.

Baseada na obra original de Maurice Sendak, a montagem dirigida ao público infantil teve direção cênica original de Caetano Pimentel e Giorgia Massetani, esta responsável também pelos cenários e figurinos.

Dentro do Festival, a Orquestra de Violões do Amazonas, sob a direção musical e regência do seu maestro, Davi Nunes, realizou o já tradicional Concerto do Dia das Mães, que a cada edição é sucesso de público.

O Festival ainda contou com os Recitais Ambev, com apresentações de artistas da casa, como Amanda Aparício, Hugo Pinheiro, Giovanny Conte, Margarita Chtereva, Hilo Carriel, e convidados especiais, como Homero Velho, Pedro Panilha, Isabelle Sabrié e Daniella Carvalho. O FAO ainda recebe dois recitais de cunho pedagógico, com os alunos de Canto do Grupo Vocal do Coral do Amazonas e do Madrigal da Casa de Música Ivete Ibiapina, ambos com participação do pianista Pedro Panilha.

 

Apoio