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histórico

O Laboratório de Arqueologia Alfredo Mendonça de Souza, instituído pelo Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, localizado no porão alto do palacete provincial, homenageia um carioca criado no Amazonas, fundador da primeira Faculdade de Arqueologia do País, a Marechal Rondon, que também oferecia o curso de Museologia.

No Laboratório encontra-se a cultura material resgatado na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição – Catedral Metropolitana de Manaus, por força dos trabalhos de salvamento e pesquisa, quando das intervenções civis e de restauração realizadas em 2002, que resultou em cerca de – quase três toneladas de cultura material de caráter histórico e esta foi a “pedra de toque” para a implantação do Laboratório, em virtude de Manaus não possuir espaço similar que desse condições de análise adequada e guarda deste rico acervo.
Além da cultura material referido, o Laboratório tem recebido várias doações de artefatos em pedra (líticos) e fragmentos cerâmicos, de grupos ágrafos que habitaram o atual Estado do Amazonas, no Período Pré-Colonial.

Aberto à visitação, é possível ver a pequena amostra do tipo de material coletado na Catedral e de outros sítios arqueológicos.

“O FAZER ARQUEOLÓGICO” NO LABORATÓRIO

No Laboratório os materiais arqueológicos ficam acondicionados em caixas, e guardados em estante de ferro, para depois serem analisados. Existem bancadas onde ocorre o processo de Triagem, Limpeza e Higienização, Marcação e Inventário da cultura matéria.

As etapas básicas no trato com o material arqueológico após sua entrada no Laboratório são:

Triagem: Separação do material por tipo;

Obs. Nesta operação as fichas que acompanham o material são multiplicadas de forma a não permitir que o material separado fique sem identificação.

Limpeza e Higienização: – Lavagem do material com detertec (sabão neutro) e água corrente (deionizada, ou não), com o auxilio de esponja macia, algodão e escovas de dentes cerdas extra-macias.

Limpeza mecânica a seco, do material que não pode ser lavado, com o auxilio de escovas de dentes de cerdas macias, bisturi e instrumental odontológico cirúrgico de diferentes tipos.

Secagem do material em cubas de plásticos forradas com lençol de papel hospitalar, contendo a ficha de identificação do material, fixada a cuba;

Marcação e Inventário: Só realizada com o cultura material totalmente seco:

Marcação é realizada com caneta tipo STAEDTLER pigmentliner, na cor preta, para as peças claras, pois às escuras, pinta-se com esmalte leitoso na cor branca e após seco recebe numeração. Em ambos os casos, devem-se constar: a sigla do sítio e logo abaixo um número, o qual normalmente é procedido de um ou mais zeros.

Inventário, é realizado por nível, sequencialmente, onde constam: N° de Ordem, Setor, Quadra, Quadrícula, Nível, Objeto, N° da Peça e Observação. No alto da Ficha de Inventário específico da Coleção Arqueológica. Assim se terá mais de uma peça com o número 00001, mas o que de fato identifica a peça é a sigla do sítio.

Análise: Dependo do tipo de matéria-prima utilizada na confecção de artefato e/ou fragmentos, são utilizadas uma ou mais fichas, onde são anotados os mesmo dados constantes da Ficha de Inventário, além dos específicos da peça anotasse as medidas; comprimento/ largura/ espessura/ diâmetro.

Restauro: Nos casos específicos em que um artefato necessite de intervenção de restauro simples, o mesmo, após análise é submetido à restauração no próprio Laboratório.

Armazenagem e Transferência para a Reserva Técnica: Armazenagem, dependendo do nível de fragilidade do artefato, este é embalado com acrilon ou etaflon e acamado com plástico bolha, em caixa de polionda, devidamente identificada e com remissiva para identificação da localização de toda a documentação produzida sobre a peça, inclusive o arquivo fotográfico e o Relatório.

Funcionamento

Funcionando como laboratório interativo (aberto para visitantes) no Horário de 09h00min às 17h00min de terça a sexta-feira. Sendo que esses só podem visitar o saguão principal do laboratório.

Para doações ou pesquisas arqueológicas somente no horário de terça a sexta das 09 às 14h, com a presença da arqueóloga responsável.

Endereço e contato

Praça Heliodoro Balbi, s/n – Centro

E-mail: arqueologia@culturamazonas.am.gov.br

demus@culturamazonas.am.gov.br

Tel/Fax (92) 3631-6047

Guia de visitação

Não é permitido fazer fotos (somente com autorização);

Não é permitido transitar com bebidas ou alimentos no ambiente interno

Estrutura Técnica

Guias para visita

Visitas guiadas

Lanchonete disponível

Lanchonetes disponíveis

Banheiros disponíveis para visitantes gdfhgdfghdfgdf

Banheiros disponíveis para visitantes

Acessibilidade para deficientes físico

Acessibilidade para deficientes físico, visual e auditivo