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21º FAO oferece programação de oficinas e master classes a partir desta quarta-feira (16)

Programação faz parte da contrapartida do projeto artístico do FAO

 

 

Sérgio Rodrigues

Como contrapartida do projeto do 21º Festival Amazonas de Ópera (FAO), serão realizadas oficinas para membros dos Corpos Artísticos do Estado, que também estarão abertas para estudantes e professores da área de música. A partir desta quarta-feira (16), o barítono cubano Homero Perez, destaque da ópera “Faust”, realiza um master class de canto. Já no dia 24 de maio, Giorgia Massetani fala sobre cenografia.

O FAO 2018 é uma realização do Governo do Amazonas com patrocínio do Bradesco Prime – que celebra 10 anos de parceria com o festival –, incentivo do Ministério da Cultura (Minc) por meio da Lei Rouanet; além do apoio da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC) e da Aliança Francesa.

O diretor artístico adjunto do FAO, Marcelo de Jesus, explica que é essencial, como contrapartida, que artistas nacionais e internacionais estejam à disposição do aperfeiçoamento artístico local. “Colocar um artista do nível de Homero Perez ao alcance de nossos solistas e do nosso Coral é extremamente importante para a arte. Eles dão outra visão sobre o fazer artístico e contribuem para o desenvolvimento dos cantores. Está aberto para quem tiver interesse, principalmente para os estudantes de canto. Não é preciso inscrição, apenas comparecer ao local”, informa o maestro.

O cubano Homero Perez interpretou o diabo Mefistófeles na ópera “Faust” e chamou atenção da plateia pela voz marcante e interpretação. Ele também está na ópera “Florencia en el Amazonas”, no papel de Rio Lobo. Com estreia nos palcos em 2003, em Santiago, Perez já passou por diversos papeis em obras de Wagner, Verdi e Charles Gounod. A oficina com o barítono acontece nesta quarta-feira, a partir das 15h, no Centro Cultural Palácio da Justiça (CCPJ), localizado na avenida Eduardo Ribeiro.

Cenografia

No dia 24 de maio, quinta-feira, será a vez da oficina de cenografia com a cenógrafa e pintora Giorgia Massetani, que acontecerá a partir das 14h, no Centro de Produção Técnica (CTP). Conforme o diretor artístico adjunto do FAO, estudantes e técnicos interessados em produção de ópera terão oportunidade de saber como foram concebidos os cenários do FAO.

Formada pela Academia di Belle Arti di Firenze, na Itália, Giorgia se especializou em Técnicas Plásticas para Cenografia Teatral e História de Espetáculos. A cenógrafa teve sua primeira participação no FAO em 2012 e já trabalhou em diversos eventos de ópera pelo mundo. “A Giorgia foi responsável por todos os cenários do FAO e poderá explicar com detalhes como funciona essa produção”, ressalta o maestro Marcelo de Jesus.

Ainda segundo o maestro, uma oficina de iluminação também está prevista para ocorrer na semana de estreia da última ópera do 21º FAO, a obra “Kawah Ijen – Vulcão  Azul”. “A oficina será com Fábio Retti, um dos principais iluminadores associados à ópera no País, e também será uma ótima oportunidade. Ainda estamos organizando a data exata em que ela será realizada”.

Festival Amazonas de Ópera

Este ano, o Festival conta com a apresentação de cinco óperas: “Faust”, “Dessana Dessana”, “Florencia en el Amazonas”, “Acis and Galatea” e a estreia mundial “Kawah Ijen (Vulcão azul)”. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Teatro Amazonas e no site www.aloingressos.com.br, com valores que vão de R$ 5 a R$ 60.

Durante a temporada de ópera, também acontecerão atividades paralelas nos centros de convivências, shoppings, nos municípios de Manacapuru, Iranduba (no distrito do Cacau Pirera) e em Novo Airão; além do “Ópera Delivery”, que levará sessões exclusivas de trechos de obras à casa dos amazonenses, e do projeto “Ópera Studio”, da Escola Superior de Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que apresentará “La Boheme”, de Giacomo Puccini, no Teatro da Instalação.

Sobre o Bradesco Cultura

Com mais de 350 projetos patrocinados anualmente, o Bradesco acredita que a cultura é um agente transformador da sociedade. O Banco apoia iniciativas que contribuem para a sustentabilidade de manifestações culturais que acontecem de norte a sul do País, reforçando o seu compromisso com a democratização da arte. Com apoio a eventos regionais, museus, feiras, exposições, centros culturais, orquestras, musicais e muitos outros, a instituição tem, ainda, uma plataforma de naming rights com o Teatro Bradesco, que conta com unidades em São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 2018, já passaram pela Temporada Cultural do Bradesco as exposições Julio Le Parc, Mira Schendel e Hilma af Klint, o espetáculo Bibi Ferreira e o Lollapalooza Brasil. Estão em cartaz os musicais Peter Pan e Ayrton Senna, além de diversas atrações confirmadas ao longo do ano, como os festivais de Parintins, Tiradentes, a festa junina de São João do Caruaru, ArtRio, MIMO e MADE, entre outras.

 

Serviço: Masterclass de canto lírico com o barítono cubano Homero Perez

Data/ hora: 16 de maio, quarta-feira, a partir das 15h

Local: Centro Cultural Palácio da Justiça (CCPJ), Avenida Eduardo Ribeiro, 901

Entrada: Gratuita

 

Serviço: Oficina de Cenografia com Giorgia Massetani

Data/ hora: 24 de maio, quinta-feira,  a partir das 14h

Local: Centro de Produção Técnica (CTP)

Entrada: Gratuita

 

‘Florencia en el Amazonas’ marca terceira estreia do 21º FAO com enredo sobre artista amazonense 

 

Obra ainda não havia sido apresentada no Brasil e tem Manaus e o Amazonas como pano de fundo

 

 

Sérgio Rodrigues

A história dos viajantes do barco “El Dorado” pelo Rio Amazonas foi o enredo da terceira estreia do 21º Festival Amazonas de Ópera, na noite de sábado, no Teatro Amazonas. A ópera do compositor Daniel Catán, “Florencia en el Amazonas”, foi encenada pela primeira vez no Brasil e o público, de quase 500 pessoas, pôde acompanhar uma produção internacional, em parceria com a Colômbia, para contar a história da soprano Florência Grimaldi, uma artista amazonense de sucesso que viaja a Manaus para encontrar seu grande amor.

O FAO 2018 é uma realização do Governo do Amazonas com patrocínio do Bradesco Prime – que celebra 10 anos de parceria com o festival –, incentivo do Ministério da Cultura (Minc) por meio da Lei Rouanet; além do apoio da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC) e da Aliança Francesa.

Com estreia em 1996 e já encomendada pelas óperas de Houston, Los Angeles e Seattle, “Florencia” foi apresentada também em Nova Iorque, Boston, Heidelberg (Alemanha), Bogotá, México, Cincinnati, Denver, entre outras capitais no mundo, porém, ainda não havia sido apresentada no lugar que serviu de inspiração para a história: Manaus. No Teatro Amazonas, o público se impressionou com o barco El Dorado que se monta e desmonta durante os atos para apresentar o lado de cada personagem. A soprano Daniella Carvalho, que interpretou Florencia, afirmou que o público vai se impressionar a cada apresentação.

“Percebi uma emoção muito grande do público, parece que todos gostaram muito. Uma obra que fala de Manaus e com tanta vontade de que a história toque o público é muito importante, ainda mais com o elenco tão talentoso e uma produção impecável. Quem vier vai se impressionar com tantos detalhes e surpresas desta ópera”, disse a soprano Daniella Carvalho.

O baixo Murilo Neves, que interpretou o capitão do “El Dorado”, também  ressaltou a emoção de apresentar uma ópera que tem o Amazonas como pano de fundo no 21º FAO. “É uma obra que fala de paixão, de ópera, de uma soprano que está indo a Manaus para se apresentar no Teatro Amazonas, então é uma emoção indescritível poder participar desta produção”, declarou.

O tenor Eric Herrero fez o sobrinho do capitão, Arcadio, que sonha em se tornar piloto e é atormentado pelo trabalho que faz, apresentando mais uma das histórias que se encontram com a da soprano Florencia Grimaldi no “El Dorado”. O solista ressalta a beleza e ao mesmo tempo a dificuldade de orquestrar a obra.

“É de uma beleza e complexidade incrível e termos o maestro Luiz Fernando Malheiro, que sabe conduzir orquestra como ninguém, consegue exaltar toda a grandiosidade da obra. Estou muito feliz pela recepção do público e também por estar apresentando meu quadragésimo personagem com colegas e musicistas maravilhosos”, afirmou.

Público

Pela primeira vez no FAO, Renato Farache, 22, disse que teve uma experiência única na noite de sábado. “Nunca havia assistido a uma ópera e adorei. Fiquei sabendo pelas redes sociais e portais e minha mãe acabou me incentivando para vir. A parte que mais gostei foi quando todo o elenco canta junto no final da história, foi marcante”, comentou.

Letícia Malveira, 19, vem todos os anos para o FAO e disse que se impressionou com a produção de “Florencia en el Amazonas. “A experiência de hoje foi incrível. Ainda não tinha visto essa ópera e achei muito bem produzido, com cantores sensacionais, me emocionei bastante. Acho que o FAO só melhora com o tempo”.

A professora boliviana Martha Cabrejos, 84, também é veterana do FAO, acompanhando desde a primeira edição. Para ela, o festival e o Teatro Amazonas são símbolos mundiais da arte. “Amo a arte e este festival representa a arte mais sublime. O Teatro Amazonas não deve nada a nenhum outro teatro do mundo, e espero que as pessoas conheçam ainda mais este patrimônio”, declarou.

“Florencia en el Amazonas” ainda terá apresentações nos dias 18, às 20h, e 20 de maio, às 19h. Na noite deste domingo (13) acontece a quarta estreia do FAO, a ópera “Acis and Galatea”, às 19h.

Ficha Técnica:

Florencia Grimaldi – Daniella Carvalho (soprano)

Riolobo – Homero Perez (baixo-barítono)

Rosalba – Dhijana Nobre (soprano)

Arcadio – Eric Herrero, (tenor)

Paula – Mere Oliveira (mezzo-soprano)

Alvaro – Inácio de Nonno (barítono)

Capitán – Murilo Neves (baixo)

Corpos artísticos: Coral do Amazonas e Orquestra Amazonas Filarmônica

Direção musical e regência: Luiz Fernando Malheiro

Direção cênica: Pedro Salazar

Figurinos: Olga Maslova

Cenários: Julián Hoyos

Desenho de vídeo: Michelle Ospina

Desenho de luz: Humberto Hernández

 

Festival Amazonas de Ópera 

Neste ano, o Festival conta com a apresentação de cinco óperas: “Faust”, “Dessana Dessana”, “Florencia en el Amazonas”, “Acis and Galatea” e a estreia mundial “Kawah Ijen (Vulcão azul)”. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Teatro Amazonas e no site www.aloingressos.com.br, com valores que vão de R$ 5 a R$ 60.

Durante a temporada de ópera, também acontecerão atividades paralelas nos centros de convivências, shoppings, nos municípios de Manacapuru, Iranduba (no distrito do Cacau Pirera) e em Novo Airão; além do “Ópera delivery”, que levará sessões exclusivas de trechos de obras à casa dos amazonenses, e do projeto “Ópera Studio”, da Escola Superior de Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que apresentará “La Boheme”, de Giacomo Puccini, no Teatro da Instalação.

 

Sobre o Bradesco Cultura

Com mais de 350 projetos patrocinados anualmente, o Bradesco acredita que a cultura é um agente transformador da sociedade. O Banco apoia iniciativas que contribuem para a sustentabilidade de manifestações culturais que acontecem de norte a sul do País, reforçando o seu compromisso com a democratização da arte. Com apoio a eventos regionais, museus, feiras, exposições, centros culturais, orquestras, musicais e muitos outros.

A instituição tem, ainda, uma plataforma de naming rights com o Teatro Bradesco, que conta com unidades em São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2018, já passaram pela Temporada Cultural do Bradesco as exposições Julio Le Parc, Mira Schendel e Hilma af Klint, o espetáculo Bibi Ferreira e o Lollapalooza Brasil. Estão em cartaz os musicais Peter Pan e Ayrton Senna, além de diversas atrações confirmadas ao longo do ano, como os festivais de Parintins, Tiradentes, a festa junina de São João do Caruaru, ArtRio, MIMO e MADE, entre outras.

Ópera ‘Florencia en el Amazonas’ conta história de amor e fantasia neste sábado

Obra do 21º Festival Amazonas de Ópera será encenada no Teatro Amazonas, às 20h

 

 

Sérgio Rodrigues

Um barco será montado no palco do Teatro Amazonas e mostrará a viagem de uma famosa soprano que sonha em se apresentar na capital do estado e encontrar seu grande amor. Este é o enredo da ópera “Florencia en el Amazonas”, que estreia neste sábado (12/05), às 20h, na programação 21º Festival Amazonas de Ópera (FAO).

O FAO 2018 é uma realização do Governo do Amazonas com patrocínio do Bradesco Prime – que celebra 10 anos de parceria com o festival –, incentivo do Ministério da Cultura (Minc) por meio da Lei Rouanet; além do apoio da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC) e da Aliança Francesa.

Com estreia em 1996, “Florencia” é uma produção colombiana, com composição do mexicano Daniel Catán e libreto de Marcela Fuentes-Berain, que se inspirou nos personagens de Gabriel Garcia Márquez, incluindo, na história, os elementos do realismo mágico no qual o escritor era mestre. Em dois atos, é contada a jornada da famosa soprano Florencia Grimaldi, que viaja o rio Amazonas no navio “El Dorado”, esperando que a apresentação no Teatro Amazonas chame a atenção de Cristóbal, um caçador de borboletas que desapareceu na floresta.

“‘Florencia en el Amazonas’ é uma produção espetacular que terá um barco montado no palco do Teatro Amazonas contando uma história com elementos que conhecemos tão bem na região em que vivemos. O público pode esperar uma história emocionante, que comoveu públicos em diversas capitais do mundo”, comenta o maestro Luiz Fernando Malheiro, responsável pela direção musical e regência.

De acordo com a diretora executiva do FAO, Flávia Furtado, o figurino e outros elementos do cenário foram enviados da Colômbia para a realização de “Florencia”. “O barco, parte essencial da história, será montado aqui, mas os figurinos, assinados por Olga Maslova, e os telões que serão usados no espetáculo são parte da produção colombiana”, explica.

O elenco conta com Daniella Carvalho (soprano) como Florencia; o cubano Homero Perez (baixo-barítono), que interpretou Mephistopheles em “Faust” e agora fará o papel de Riolobo; a amazonense Dhijana Nobre (soprano), como Rosalba; Eric Herrero (tenor), como Arcadio; Mere Oliveira (mezzo-soprano), que fará Paula; Ináccio de Nonno (barítono), como Alvaro e Murilo Neves (baixo), fará o Capitán. A ópera terá a Orquestra Amazonas Filarmônica e o Coral do Amazonas.

No papel principal de Florencia, a soprano carioca Daniella Carvalho declara que interpretar a personagem é apaixonante, devido à riqueza da obra. “É uma linda história de amor em que o canto é veículo da união de duas almas, pois, Florencia diz que foi no acordar e dormir com seu amor Cristóbal que a sua voz cresceu. Musicalmente é uma obra muito interessante e rica, com o realismo expressado por meio do amor nas linhas dos personagens e temas”.

Interpretando a jornalista Rosalba, que acompanha Florencia no barco para escrever sobre a vida da soprano, Dhijana Nobre declara que a ópera é intensa e prende a atenção do início ao fim. “O público pode esperar uma composição linda, cenários incríveis e um enredo apaixonante”, diz. “Interpretar a Rosalba é um desafio, porém, é uma personagem muito bonita que aprende que pode se entregar novamente ao amor durante a viagem com Florencia”, complementa a cantora, que participa desde 2013 do FAO, como solista.

A ópera “Florencia en el Amaoznas” terá reapresentações nos dias 18 de maio, às 20h, e 20 de maio, às 19h.

Ficha Técnica:

Florencia Grimaldi – Daniella Carvalho (soprano)

Riolobo – Homero Perez (baixo-barítono)

Rosalba – Dhijana Nobre (soprano)

Arcadio – Eric Herrero, (tenor)

Paula – Mere Oliveira (mezzo-soprano)

Alvaro – Inácio de Nonno (barítono)

Capitán – Murilo Neves (baixo)

Corpos artísticos: Coral do Amazonas e Orquestra Amazonas Filarmônica

Direção musical e regência: Luiz Fernando Malheiro

Direção cênica: Pedro Salazar

Figurinos: Olga Maslova

Cenários: Julián Hoyos

Desenho de vídeo: Michelle Ospina

Desenho de luz: Humberto Hernández

 

Festival Amazonas de Ópera

Neste ano, o Festival conta com a apresentação de cinco óperas: “Faust”, “Dessana Dessana”, “Florencia en el Amazonas”, “Acis and Galatea” e a estreia mundial “Kawah Ijen (Vulcão azul)”. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Teatro Amazonas e no site www.aloingressos.com.br, com valores que vão de R$ 5 a R$ 60.

Durante a temporada de ópera, também acontecerão atividades paralelas nos centros de convivências, shoppings, nos municípios de Manacapuru, Iranduba (no distrito do Cacau Pirera) e em Novo Airão; além do “Ópera delivery”, que levará sessões exclusivas de trechos de obras à casa dos amazonenses, e do projeto “Ópera Studio”, da Escola Superior de Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que apresentará “La Boheme”, de Giacomo Puccini, no Teatro da Instalação.

Sobre o Bradesco Cultura

Com mais de 350 projetos patrocinados anualmente, o Bradesco acredita que a cultura é um agente transformador da sociedade. O Banco apoia iniciativas que contribuem para a sustentabilidade de manifestações culturais que acontecem de norte a sul do País, reforçando o seu compromisso com a democratização da arte. Com apoio a eventos regionais, museus, feiras, exposições, centros culturais, orquestras, musicais e muitos outros.

A instituição tem, ainda, uma plataforma de naming rights com o Teatro Bradesco, que conta com unidades em São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2018, já passaram pela Temporada Cultural do Bradesco as exposições Julio Le Parc, Mira Schendel e Hilma af Klint, o espetáculo Bibi Ferreira e o Lollapalooza Brasil. Estão em cartaz os musicais Peter Pan e Ayrton Senna, além de diversas atrações confirmadas ao longo do ano, como os festivais de Parintins, Tiradentes, a festa junina de São João do Caruaru, ArtRio, MIMO e MADE, entre outras.

 

Serviço:  21º FAO apresenta ópera “Florencia en el Amazonas”

Data/ hora: 12 de maio, sábado, às 20h; 18 de maio, às 20h; 20 de maio, às 19h

Local: Teatro Amazonas – Avenida Eduardo Ribeiro, 659, Centro

Entrada: Ingressos na bilheteria do Teatro e no site aloingressos.com.br

Estreia de ‘Dessana, Dessana’ em formato de ópera marca FAO 2018

Obra será reapresentada nos dias 3 e 5 de maio, às 20h, no Teatro Amazonas

 

 

Suelen Reis

Clássico amazônico, “Dessana, Dessana”, já revisitado inúmeras vezes em musicais e concertos, estreou no último domingo (29/04) em forma de ópera, no palco do Teatro Amazonas, durante o 21º Festival Amazonas de Ópera (FAO). A montagem, que conta a história da criação do universo de acordo com a visão indígena, começa com o narrador invocando o mito do começo do mundo em pleno caos urbano de Manaus.

O FAO 2018 é uma realização do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), com patrocínio do Bradesco Prime – que celebra 10 anos de parceria com o festival –, incentivo do Ministério da Cultura (Minc) por meio da Lei Rouanet; além do apoio da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC) e da Aliança Francesa.

O tenor Enrique Bravo, que interpreta Dessana, o narrador do mito, falou da responsabilidade de fazer o clássico.

“Em forma de ópera ela é muito mais difícil e, por ser uma obra tão tradicional, muito esperada pela classe artística, foi um desafio e um privilégio”, disse. “Dessana vem como um ativista que tem contato com a cultura indígena e que foi fortemente impactado com isso. Para compor, pensei na emoção após aquele dia em que o índio foi assassinado no ponto de ônibus em Brasília, e criei um Dessana que está revoltado e precisa contar essa história que engloba a criação do mundo”.

A montagem conta a história da criação do universo de acordo com a visão indígena. Foto: Michael Dantas/SEC
A montagem conta a história da criação do universo de acordo com a visão indígena. Foto: Michael Dantas/SEC
A montagem conta a história da criação do universo de acordo com a visão indígena. Foto: Michael Dantas/SEC
A montagem conta a história da criação do universo de acordo com a visão indígena. Foto: Michael Dantas/SEC
A montagem conta a história da criação do universo de acordo com a visão indígena. Foto: Michael Dantas/SEC
A montagem conta a história da criação do universo de acordo com a visão indígena. Foto: Michael Dantas/SEC
A montagem conta a história da criação do universo de acordo com a visão indígena. Foto: Michael Dantas/SEC
A montagem conta a história da criação do universo de acordo com a visão indígena. Foto: Michael Dantas/SEC
A montagem conta a história da criação do universo de acordo com a visão indígena. Foto: Michael Dantas/SEC

 

A reprodução da cosmogonia dos povos do Rio Negro, com Yebá-Beló, a avó do mundo, vivida por quatro atrizes, sobre um clarão de quartzo contando como criou o mundo; a travessia dos homens e mulheres inicialmente criados pelo lago de leite; a presença do homem branco, que logo é banido por Boleka e Sulãn-Panlãmin, líderes do povo recém-criado; assim como a apresentação das festas e dos rituais, toda a representação mítica foi feita com total sincronia entre a Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica, o Coral do Amazonas e o Balé Folclórico do Amazonas.

A versão agradou os criadores da obra. Da plateia, Adelson Santos, compositor da música de “Dessana, Dessana”, disse que a obra alcançou uma nova dimensão.

“Estou muito feliz. Os cantores, a orquestra e os bailarinos deram outra configuração à obra, de repente alcançou uma nova dimensão. Foi um passo adiante que nós demos”, comentou. “Só peço que não deixem ‘Dessana’ ficar esquecida, porque é uma obra bonita, com muito conteúdo e informação, que merece ser exposta sempre”.

Aldísio Filgueiras, autor do libreto em parceria com Márcio Souza, disse que renasceu.

“A impressão que eu tenho é a mesma de quando eu acordo e descubro que estou vivo. É um alívio! Me sinto assim porque lá na década de 1970, quando esse espetáculo estreou, 80% dessa plateia não tinha nascido e, principalmente, ainda não tinha sido criada essa orquestra que acompanha esses jovens artistas, atores e bailarinos. Parece que estou participando da criação do mundo também, junto com os Dessana. Essa é a impressão que, como dizemos no nosso texto, estamos sempre a recriar o mundo”, afirmou.

Regente da ópera, o maestro Otávio Simões destacou a importância de ter o compositor na plateia e a atuação dos solistas.

“O público recebeu muito bem a obra e ter o compositor na plateia, emocionado, foi muito gratificante. Nem sempre temos essa oportunidade. O sentimento é de dever cumprido”, afirmou. “A atuação de todos os artistas, da orquestra, do coro, do balé, foi excelente como sempre, mas destaco, sobretudo, atuação dos solistas do Coral do Amazonas. Ver esses cantores fazendo solos com tão alto nível de qualidade dá muito orgulho”.

Balé

Outro destaque de “Dessana, Dessana” foi a participação do Balé Folclórico do Amazonas. De acordo com a coreógrafa Monique Andrade, o Corpo Artístico criou uma nova partitura para compor a ópera.

“Construir um corpo que nasce do pó da terra, passando por todas as etapas até se transformar num ser humano, foi uma composição muito colaborativa com os bailarinos, porque eles têm a dança folclórica no corpo”, observou. “Mas a dança dentro da ópera tem outro tipo de composição, tem uma forma dentro do contexto, existe uma interação grande do balé com os solistas e com o coro, então a composição é um conjunto. Ajustamos o tempo e o espaço para criar uma nova partitura corporal junto com a partitura musical”, pontuou.

Plateia

A montagem encantou o público. A economista Cleonice Mororó, de Brasília, está visitando Manaus e aproveitou para conhecer o FAO. “É a minha primeira vez na ópera e aqui na Amazônia. Gostei muito, foi muito bonito. O profissionalismo, a sincronia da orquestra com os atores e a história por trás da apresentação”, disse. “Vim com essa vontade de assistir a uma ópera porque já tinha ouvido falar, mas nunca tive a oportunidade de assistir”, comentou.

Já Ana Caroline Souza disse que todos os anos prestigia o FAO e destacou suas impressões. “Sempre venho para o Festival. Achei muito linda a ópera, eu adorei o coral, o balé. Também percebi que eles tiveram um cuidado sustentável na montagem”, afirmou. “Pretendo voltar para assistir ‘Faust’”.

“Dessana, Dessana”

A ópera traz ao público a mitologia indígena narrada por meio da personagem Yeba-Beló, “a avó do mundo, a mais velha que o nada”. Além do conflito vivido pela personagem Dessana em pleno caos urbano de Manaus, a obra também apresenta as festas, rituais e trabalhos desenvolvidos pelo povo da etnia. A direção musical e a regência da obra são do maestro Otávio Simões.

 

Ficha técnica:

Dessana, narrador do mito – Enrique Bravo, tenor

Yebá-Beló 1 – Tamar Marcelice, soprano

Yebá-Beló 2 – Carol Martins, soprano

Yebá-Beló 3 – Marinete Negrão, mezzo-soprano

Yebá-Beló 4 – Kelly Fernandes, mezzo-soprano

Trovão da Casa-do-Rio – Fabiano Cardoso, tenor

Trovão da Casa-do-Sul – Emanuel Conde, baixo

Trovão da Casa-da-Noite – Miqueias William, tenor

Trovão de Wapuí-Cachoeira – Joubert Junior, barítono

Sulãn-Panlãmin – Juremir Vieira, tenor

Trovão Avô-do-Céu – Moisés Rodrigues, barítono

O Homem Branco – Alberto Corrêa, tenor

A Filha do Trovão – Kátia Freitas, soprano

Boleka – Everaldo Barbosa, tenor

Direção Musical e regência: Otávio Simões

Direção Cênica: Matheus Sabbá

Cenografia: Raiz

Figurinos: Adroaldo Pereira

Desenho De Luz: Fábio Retti

Coreografia: Monique Andrade

Corpos artísticos: Balé Folclórico Do Amazonas, Coral Do Amazonas e Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica.

 

Festival Amazonas de Ópera – Este ano, além de “Faust” e “Dessana Dessana”, que estrearam neste fim de semana, o FAO apresentará as óperas “Florencia en el Amazonas”, “Acis and Galatea” e a estreia mundial “Kawah Ijen (Vulcão azul)”. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Teatro Amazonas e no site www.aloingressos.com.br, com valores que vão de R$ 5 a R$ 60.

Sobre o Bradesco Cultura – Com mais de 350 projetos patrocinados anualmente, o Bradesco demonstra que acredita que a cultura é um agente transformador da sociedade. O Banco apoia iniciativas que contribuem para a sustentabilidade de manifestações culturais que acontecem de norte a sul do País, reforçando o seu compromisso com a democratização da arte. Com apoio a eventos regionais, museus, feiras, exposições, centros culturais, orquestras, musicais e muitos outros. A instituição tem, ainda, uma plataforma de naming rights com o Teatro Bradesco, que conta com unidades em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Em 2018, já passaram pela Temporada Cultural do Bradesco as exposições Julio Le Parc, Mira Schendel e Hilma af Klint, o espetáculo Bibi Ferreira e o Lollapalooza Brasil. Estão em cartaz os musicais Peter Pan e Ayrton Senna, além de diversas atrações confirmadas ao longo do ano, como os festivais de Parintins, Tiradentes, a festa junina de São João do Caruaru, o São João de Campina Grande, ArtRio, MIMO e MADE, entre outras.

‘Dessana, Dessana’ conta o mito indígena da criação do mundo no 21º Festival Amazonas de Ópera

 Obra será apresentada pela primeira vez no formato de ópera, neste domingo, às 19h, no Teatro Amazonas

 

 

Sérgio Rodrigues

O mito da criação do mundo por meio da visão indígena é contado na ópera “Dessana, Dessana”, que será apresentada neste domingo (29/4), como parte da programação do 21º Festival Amazonas de Ópera (FAO), a partir das 19h, no Teatro Amazonas. Com libreto dos escritores Márcio Souza e Aldísio Filgueiras e composição de Adelson Santos, a produção conta com elenco inteiramente amazonense.

O FAO 2018 é uma realização do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), com patrocínio do Bradesco Prime – que celebra 10 anos de parceria com o festival –, incentivo do Ministério da Cultura (Minc) por meio da Lei Rouanet; além do apoio da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC) e da Aliança Francesa.

De acordo com o maestro Luiz Fernando Malheiro, diretor artístico do 21º FAO, será a primeira vez que a “Dessana, Dessana” será apresentada no formato de ópera. “A obra teve sua estreia 1975, no Teatro Amazonas, e foi apresentada em 2005, no FAO. Porém, ela foi usada em formato de concerto ou de musical, e nunca como ópera, tendo versões menores apresentadas em outros espaços. Agora, devido aos 21 anos de experiência destes corpos artísticos, ela poderá ser encenada inteiramente com talentos do nosso Estado, o que nos deixa extremamente felizes”, diz o maestro.

O compositor da obra Adelson Santos declarou estar emocionado com a apresentação da ópera que, além da Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica, conta com o Coral do Amazonas e Balé Folclórico do Amazonas.

“É realmente muito emocionante. Derramei lágrimas nos ensaios ao ver como a obra ainda é tocante. Demorei quatro anos para compor após receber esse libreto incrível do Márcio (Souza) e do Aldísio (Filgueiras), que preserva a mítica narrativa desses indígenas que estavam aqui muito antes de nós, e ver a obra no formato ópera é um milagre que eu não esperava este ano”, destaca Adelson.

Além do elenco formado inteiramente por cantores amazonenses, a direção cênica e a cenografia também contam com elementos da nova geração artística do Estado, como Matheus Sabbá e o grafiteiro Raiz, e também nos figurinos, assinados pelo artista Adroaldo Pereira.

“Trabalhar essa obra com essa temática é essencial para voltarmos os olhos para os povos indígenas, algo tão nosso e ao mesmo tempo tão esquecido”, destaca Sabbá. “‘Dessana’ é uma obra muito cênica, que exige bastante do elenco, e realizá-la foi muito desafiador, mas estamos muito felizes com o resultado. Ter uma ópera feita inteiramente pelos talentos do Estado é muito gratificante”, diz o diretor.

“Dessana, Dessana”

 Com estreia, em 1975, no Teatro Amazonas, a ópera “Dessana, Dessana” traz ao público a mitologia indígena narrada por meio da personagem Yeba-Beló, “a avó do mundo, a mais velha que o nada”. Além do conflito vivido pela personagem Dessana em pleno caos urbano de Manaus, a obra também apresenta as festas, rituais e trabalhos desenvolvidos pelo povo da etnia. A direção musical e a regência da obra ficarão a cargo do maestro Otávio Simões.

Ficha técnica:

Dessana, narrador do mito – Enrique Bravo, tenor
Yebá-Beló 1 – Tamar Marcelice, soprano
Yebá-Beló 2 – Carol Martins, soprano
Yebá-Beló 3 – Marinete Negrão, mezzo-soprano
Yebá-Beló 4 – Kelly Fernandes, mezzo-soprano
Trovão da Casa-do-Rio – Fabiano Cardoso, tenor
Trovão da Casa-do-Sul – Emanuel Conde, baixo
Trovão da Casa-da-Noite – Miqueias William, tenor
Trovão de Wapuí-Cachoeira – Joubert Junior, barítono
Sulãn-Panlãmin – Juremir Vieira, tenor
Trovão Avô-do-Céu – Moisés Rodrigues, barítono
O Homem Branco – Alberto Corrêa, tenor
A Filha do Trovão – Kátia Freitas, soprano
Boleka – Everaldo Barbosa, tenor

Direção Musical e regência: Otávio Simões

Direção Cênica: Matheus Sabbá

Cenografia: Raiz

Figurinos: Adroaldo Pereira

Desenho De Luz: Fábio Retti

Coreografia: Monique Andrade

Corpos artísticos: Balé Folclórico Do Amazonas, Coral Do Amazonas e Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica

Festival Amazonas de Ópera – Este ano, o Festival contará com a apresentação de cinco óperas:  “Faust”, “Dessana Dessana”, “Florencia en el Amazonas”, “Acis and Galatea” e a estreia mundial “Kawah Ijen (Vulcão azul)”. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Teatro Amazonas e no site www.aloingressos.com.br, com valores que vão de R$ 5 a R$ 60.

Sobre o Bradesco Cultura – Com mais de 350 projetos patrocinados anualmente, o Bradesco demonstra que acredita que a cultura é um agente transformador da sociedade. O Banco apoia iniciativas que contribuem para a sustentabilidade de manifestações culturais que acontecem de norte a sul do País, reforçando o seu compromisso com a democratização da arte. Com apoio a eventos regionais, museus, feiras, exposições, centros culturais, orquestras, musicais e muitos outros. A instituição tem, ainda, uma plataforma de naming rights com o Teatro Bradesco, que conta com unidades em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Em 2018, já passaram pela Temporada Cultural do Bradesco as exposições Julio Le Parc, Mira Schendel e Hilma af Klint, o espetáculo Bibi Ferreira e o Lollapalooza Brasil. Estão em cartaz os musicais Peter Pan e Ayrton Senna, além de diversas atrações confirmadas ao longo do ano, como os festivais de Parintins, Tiradentes, a festa junina de São João do Caruaru, o São João de Campina Grande, ArtRio, MIMO e MADE, entre outras.

 

Serviço: 21º FAO apresenta ópera “Dessana, Dessana”

Data/hora: 29 de abril, domingo, às 19h

Local: Teatro Amazonas – Avenida Eduardo Ribeiro, 659, Centro

Entrada: Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Teatro Amazonas e no site www.aloingressos.com.br, com valores que vão de R$ 5 a R$ 60

 

Festival Amazonas de Ópera terá estreia mundial no palco do Teatro Amazonas

“Kawah Ijen”, do compositor brasileiro João Guilherme Ripper, foi encomendada especialmente para o evento

Ensaio da Amazonas Filarmônica no palco do Teatro Amazonas. Foto: Michael Dantas/SEC

 

 

Entre os dias 28 de abril e 2 de junho, o Amazonas será destaque no mundo da música clássica, com a 21ª edição do Festival Amazonas de Ópera (FAO), que contará, na programação, com uma estreia mundial, no palco do Teatro Amazonas. Trata-se da obra “Kawah Ijen”, do compositor brasileiro João Guilherme Ripper, que foi encomendada especialmente para a ocasião. O FAO 2018 é uma realização do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), com patrocínio do Bradesco Prime – que celebra 10 anos de parceria com o festival –, além do apoio da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC) e da Aliança Francesa.

A ópera “Faust”, de Charles Gounod, que abrirá o festival, fará uma homenagem aos 200 anos do nascimento do famoso compositor francês. Já “Florencia en el Amazonas”, do mexicano Daniel Catán, contará a história de Florencia, uma heroína amazonense que embarca em um navio na Colômbia com destino a Manaus, numa viagem cheia de surpresas.

Com uma produção inteiramente amazonense, “Dessana, Dessana”, de Adelson Santos, exibirá a identidade amazônica, com novas linguagens, totalmente contemporânea; enquanto a “Acis and Galatea”, ópera barroca do alemão  George Handel, inspirada no mito grego, num libreto de John Gay, trará transcrições para os mitos amazônicos.

Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Teatro Amazonas e no site www.aloingressos.com.br, com valores que vão de R$ 5 a R$ 60.

O secretário de Cultura, Denilson Novo, conta que, durante a temporada de ópera, também acontecerão atividades paralelas nos centros de convivências, shoppings, Teatro da Instalação e nos municípios de Manacapuru, Iranduba (no distrito do Cacau Pirêra) e em Novo Airão.

“A nossa proposta é aproximar a população deste evento que tem proporções internacionais e mostrar que a ópera também é acessível a todos”, afirma Denilson Novo.

Parcerias

O titular da pasta de Cultura ressalta que esta edição tem importantes parcerias com países como  Indonésia, Portugal, França e Colômbia.

“A Indonésia traz um elemento novo na história do Festival, o Gamelão, instrumento típico das Ilhas de Java e Bali, único na América Latina e que será tocado por percussionistas de Portugal”, comenta o secretário. “A Colômbia contribuirá com figurinos e cenários de ‘Florencia’”.

Destaca-se, ainda, a parceria com a Aliança Francesa, que garantiu as aulas preparatórias para o Coral do Amazonas, que, em uma das montagens, cantará em francês.

Elenco

Com direção artística de Luiz Fernando Malheiro e direção artística adjunta de Marcelo de Jesus, o festival terá participação de todos os Corpos Artísticos da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), além de artistas e produtores internacionais.

“Para nossas montagens, como o ‘Faust’, conseguimos reunir um elenco de primeira qualidade como cantores internacionais, a começar pela Isabelle Sabrié, francesa que mora em Manaus; o baixo-barítono Homero Perez, o barítono uruguaio Marcelo Guzzo, o tenor italiano Alessandro Luciano, a mezzo-soprano espanhola Anna Gomà e dois cantores amazonenses que estão sobressaindo nos últimos anos, que são a Thalita Azevedo, mezzo-soprano; e o Joubert Júnior, barítono”, garante Malheiro. “Estou muito contente com o elenco e com os trabalhos”.

Sobre o Bradesco Cultura

Com mais de 350 projetos patrocinados anualmente, o Bradesco demonstra que acredita que a cultura é um agente transformador da sociedade. O Banco apoia iniciativas que contribuem para a sustentabilidade de manifestações culturais que acontecem de norte a sul do País, reforçando o seu compromisso com a democratização da arte. Com apoio a eventos regionais, museus, feiras, exposições, centros culturais, orquestras, musicais e muitos outros. A instituição tem, ainda, uma plataforma de naming rights com o Teatro Bradesco, que conta com unidades em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Em 2018, já passaram pela Temporada Cultural do Bradesco as exposições Julio Le Parc, Mira Schendel e Hilma af Klint, o espetáculo Bibi Ferreira e o Lollapalooza Brasil. Estão em cartaz os musicais Peter Pan e Ayrton Senna, além de diversas atrações confirmadas ao longo do ano, como os festivais de Parintins, Tiradentes, a festa junina de São João do Caruaru, o São João de Campina Grande, ArtRio, MIMO e MADE, entre outras.

 

 

Programação Teatro Amazonas

 

Dia 28 de abril (sábado)

20h – Faust

 

Dia 29 de abril (domingo)

19h – Dessana Dessana

 

Dia 3 de maio (quinta)

20h – Dessana Dessana

 

Dia 4 de maio (sexta)

20h – Faust

 

Dia 5 de maio (sábado)

20h – Dessana Dessana

 

Dia 6 de maio (domingo)

19h – Faust

 

Dia 12 de maio (sábado)

20h – Florencia en el Amazonas

 

Dia 13 de maio (domingo)

19h – Acis and Galatea

 

Dia 17 de maio (quinta)

20h – Acis and Galatea

 

Dia 18 de maio (sexta)

20h – Florencia en el Amazonas

 

Dia 19 de maio (sábado)

20h – Acis and Galatea

 

Dia 20 de maio (domingo)

19h – Florencia en el Amazonas

 

Dia 27 de maio (domingo)

19h – Kawah Ijen (Vulcão azul)

 

Dia 31 de maio (quinta)

20h – Kawah Ijen (Vulcão azul)

 

Dia 2 de junho (sábado)

20h – Kawah Ijen (Vulcão azul)

 

 

Serviço: 21ª edição do Festival Amazonas de Ópera

Data: Entre os dias 28 de abril e 2 de junho

Local: Teatro Amazonas – Avenida Eduardo Ribeiro, 659, Centro

Entrada: Setor laranja: R$ 60 (plateia, frisa e 1º pavimento), R$ 55 (2º pavimento); Setor amarelo: R$ 55 (plateia), R$ 45 (frisa), R$ 40 (1º pavimento) e R$ 35 (2º e 3º pavimentos); e Setor roxo: R$ 30 (1º pavimento), R$ 20 (2º e 3º pavimentos) e R$ 5 (camarotes extras 1º e 2º pavimentos), à venda na bilheteria do Teatro Amazonas e pelo site www.aloingressos.com.br.

Informações: (92) 3232-1768